Keblinger

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Os Grilhões do Trovador

| domingo, 19 de junho de 2011

Meu castigo é escrever até a última gota de sentimento. E sendo assim, rezo todas as noites para que as letras me castiguem eternamente...(Suzana Martins).

Letras, palavras, versos ... são como varinhas mágicas que nos enfeitiçam... escravizam... o poeta é um escravo da sua escrita. A mais maravilhosa escravidão da qual não queremos alforria...(Flávia Braun).

Rezo poesias num palavrear insano que admite os versos recitados em meio ao devaneio de um poeta trovador (Suzana Martins).

Poesia pede liberdade! Sem amarras, sem regras .....flor que não se poda, só se deixa florescer nos mais variados tons e direções...
è uma escravidão eternamente libertadora (Flávia Braun).

Rezo a alma e o sentir de cada um, cada flor com que me brinda a vida é um verso, gesto, canção, cada vida uma oração, cada palavra uma emoção... Liberta escravidão que quebra os grilhões da vaidade, pede alforria a saudade e sede ao querer e as vontades...(Vitor Isidro).

Ando suspeitando que a poesia
filha de uma deusa lírica da imagem,
faz-se imbuída de criatura viva,
que se reconhece na obra-de-arte (Simone Brichta).

Sim, a poesia vive numa alma de deusa, na liberdade do corpo e da mente de quem a pinta na tela das emoções... a poesia sacia as vontades, as vaidades e as saudades do poeta...(Flávia Braun).

Palavras que voam, revoam, soam, ressoam e oram em mim, sedentas de liberdade, de voz e vez, de tom e luz, asas ousadas que espalhem sua voz e apontem o rumo de sua paz...(Vitor Isidro).

Porque para voar, é preciso ouvir os pássaros
cantando livres e fora das gaiolas,
porque não sei fazer poesia sei inventar
palavras que vivem soltas no vento (Simone Brichta).




Imagem:Pollock

1 comentários:

{ Du } at: 20 de junho de 2011 08:36 disse...

Orgulho dos meus poet'amigos!!! Suas letras voam em mim!

 
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