Keblinger

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O vento... o tempo...

| terça-feira, 14 de junho de 2011
Falo muito em vento. adoro. todos eles...devo ter sido vendaval que te deixou desnorteado, ou suave brisa que beijou a tua face ... ( Flávia Braun )
Coisas de vento sem passatempo
nem tempo,  
faz uma onda de redemoinho
em espiral,
o pé-de-vento levanta a poeira,
são os torvelinhos em dias quentes,
o vento,conta segredos,
é o vento. ( Simone Brichta )

Murmura, sussurra, grita , brada... o vento sempre fala. Segredos ocultos jogados aos quatro cantos. Muitos deles guardados, escondidos nas raízes do tempo... ( Flávia Braun )
 
Meu jornal,não fuja no vento,
vamos fazer um barquinho de papel. ( Simone Brichta )
Fazer a vida navegar sem rumo, nas ondas guiadas pelo vento... sejamos todos barquinhos habitando o mundo dos sonhos. ( Flávia Braun )
O vento sopra onde quer, acaricia com a intensidade que lhe apraz e não teme distâncias, deve ter anseios de ser, mas ainda assim, tem a liberdade consigo e todos os sabores que ela traz, sem medir o tempo, por isso tanto nos seduz... ( Vitor Isidro )
 
O vento faz movimentos,
o vento bagunça o cabelo,
faz o bem e o mal.
Silencio e barulho,
o vento vira belo
dançando nas árvores
entre folhas balançando
e páginas virando. ( Simone Brichta )


Entre folhas balançando,
o vento, não o tornado.
Certos ventos derrubam
as moradas dos pés
e quando os lábios ressecam
e quando o calor atormenta
o vento faz um alívio
o vento refresca a testa
pairando uma calmaria. ( Simone Brichta )
 
O vento que despentea pensamentos. ( Marcia Paiva )
 
Vento é elemento do ar. ( Simone Brichta )


Lembra: o vento passou na praia
o vento desenhou na areia
tirando tudo do lugar.
Assim, a paisagem mudou.
Da última vez que vi
já não estava a duna ali. ( Simone Brichta )


Porque tudo se move: pássaros, moinhos, areias, sentimentos... tudo é como o vento, mudando a todo momento... ( Flávia Braun )

3 comentários:

{ Du } at: 14 de junho de 2011 21:00 disse...

Sou amiga do vento, voando com o tempo de dentro...
AMEI!!!!

{ Nayara Borato } at: 16 de junho de 2011 22:46 disse...

Olá, desculpe invadir seu espaço assim sem avisar. Meu nome é Nayara e cheguei até vc através do Blog Fuga do intelecto. Bom, tanta ousadia minha é para convidar vc pra seguir um blog do meu amigo Fabrício, que eu acho super interessante, a Narroterapia. Sabe como é, né? Quem escreve precisa de outro alguém do outro lado. Além disso, sinceramente gostei do seu comentário e do comentário de outras pessoas. A Narroterapia está se aprimorando, e com os comentários sinceros podemos nos nortear melhor. Divulgar não é tb nenhuma heresia, haja vista que no meio literário isso faz diferença na distribuição de um livro. Muitos autores divulgam seu trabalho até na televisão. Escrever é possível, divulgar é preciso! (rs) Dei uma linda no seu texto, vou continuar passando por aqui...rs





Narroterapia:

Uma terapia pra quem gosta de escrever. Assim é a narroterapia. São narrativas de fatos e sentimentos. Palavras sem nome, tímidas, nunca saíram de dentro, sempre morreram na garganta. Palavras com almas de puta que pelo menos enrubescem como as prostitutas de Doistoéviski, certamente um alívio para o pensamento, o mais arisco dos animais.



Espero que vc aceite meu convite e siga meu blog, será um prazer ver seu rosto ali.

{ Flávia Braun } at: 17 de junho de 2011 13:50 disse...

Olá Nayara! esse blog aqui é um espaço compartilhado por vários poetas-amigos! Que bom que gostou! será sempre bem vinda, vc e o Fabricio. Eu vou acessar o blog dele sim, e convido vcs a conhecerem o meu blog PALAVRAS AO VENTO http://fbbraun.blogspot.com/

Será um honra tê-los por lá também!

beijosss e obrigada!

 
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