Keblinger

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Então, eu te deixo ir... por @tatikielber

| sábado, 18 de fevereiro de 2012


Hoje acordei com vontade de saborear uma nova brisa
Prosseguir com serenidade
E degustar o que a vida tem para me oferecer

Você se inclui nisso, é claro, pois nunca te esqueço
Não preciso negar 
Seu coração sempre foi o meu bem-querer

Mas, sabe? 

Há certas horas em que precisamos nos libertar
Não do que vem de fora
Mas da prisão que nós mesmos criamos

Lá no fundo, eu não te sinto mais meu
Você se foi já há algum tempo
De maneira inevitável

Há um carinho, uma lembrança, uma leveza
Porém, finalmente ouso 
Respirar outros ares

Vá sem medo, siga seu caminho
Escute sua intuição 
Que te pede para sorrir

Se puder, não se perca de mim
Mande um bilhete numa velha garrafa
E saberei onde te encontrar

Mas hoje eu te deixo ir
Porque também preciso vislumbrar 
Um ponto de partida qualquer...

... para mim.

3 comentários:

{ Tatiana Kielberman } at: 19 de fevereiro de 2012 00:05 disse...

Muito grata pelo carinho dos poet´amigos do Nostra Dolce Vita!

Uma honra estar aqui...

Beijos, queridos!

{ Cristian } at: 19 de fevereiro de 2012 09:51 disse...

Parabéns, Tati!
Lindo poema!
Não deixar a ausência do outro nos ausentar de nós mesmos é uma decisão muito sábia.
Beijos, pra vocês todas do blog.

{ Bel Rech } at: 20 de fevereiro de 2012 10:46 disse...

Deixamos ir, se voltar é porque necessitamos um do outro...se não é porque não existe nem mesmo a lembrança!Lindo!!!
Me encantei e fiquei..
Paz e bem

 
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